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Fundo Mo­ne­tário In­ter­na­ci­onal avalia po­si­ti­va­mente as ações do Go­verno Bol­so­naro du­rante a pan­demia

O relatório do corpo técnico do Fundo Monetário Internacional (FMI) de sua visita oficial (ou ‘missão’) ao Brasil, divulgado nesta segunda-feira (5),  avaliou a reação do governo federal como "rápida e substancial".

Fundo Mo­ne­tário In­ter­na­ci­onal avalia po­si­ti­va­mente as ações do Go­verno Bol­so­naro

No fim de março, o Congresso decretou estado de calamidade pública, abrindo caminho para a adoção de medidas fiscais e quase-fiscais equivalentes a 18% do PIB, elevando o déficit fiscal primário a 12% do PIB.


Apesar do nível já elevado de dívida pública, essa resposta de política fiscal foi uma das mais expressivas entre os países do G-20", destaca o relatório técnico do FMI.

Um elemento importante do pacote do governo foram as transferências de renda na forma do programa Auxílio Emergencial. As autoridades também elevaram os gastos com a saúde, prestaram apoio financeiro crucial aos governos subnacionais, ampliaram as linhas de crédito com garantia pública às pequenas empresas e introduziram programas de retenção de empregos", elogia o documento.

"O BCB [Banco Central do Brasil] flexibilizou a política monetária e financeira, com cortes sucessivos da taxa básica de juros, até chegar a 2%, venda de 38 bilhões de dólares nos mercados spot e de derivativos em resposta à pressão sobre o câmbio nos meses de março e abril e anúncio de medidas abrangentes de auxílio à liquidez e flexibilização de requerimentos de capital".



De forma a ampliar o conjunto de instrumentos do BCB para combater a crise, o Congresso aprovou legislação que autoriza a compra de ativos públicos e privados pelo Banco Central com o fim de garantir a estabilidade financeira enquanto vigorar o estado de calamidade pública, opção ainda não utilizada.

"A sólida resposta de políticas evitou uma recessão econômica mais profunda, estabilizou os mercados financeiros e amorteceu os efeitos da pandemia sobre os pobres e vulneráveis", reconheceu a equipe do FMI.

"O Auxílio Emergencial foi indispensável para dar suporte aos meios de subsistência dos trabalhadores informais e das famílias pobres, e estima-se que tenha elevado a renda de 23 milhões de indivíduos – 10% da população total – acima da linha de pobreza extrema".


"Os programas de manutenção de empregos ajudaram a preservar postos de trabalho no mercado formal. O programa subsidiou a redução temporária na jornada de trabalho e estima-se que tenha preservado até 10 milhões de empregos, a um custo aproximado de 0,4% do PIB entre abril e setembro", diz o relatório.

"As linhas de crédito com garantia pública às PME também contribuíram para preservar 2 milhões de empregos".


Há de se des­tacar que o pre­si­dente Jair Bol­so­naro foi um dos pri­meiros chefes de Es­tado a adotar me­didas que vi­sassem, prin­ci­pal­mente, a li­ber­dade in­di­vi­dual pe­rante ao pro­blema da pan­demia. Mesmo com a pressão do con­gresso e de “ba­rões” da po­lí­tica para que muitas de­li­be­ra­ções fossem re­pas­sadas aos Es­tados, os quais agiram de forma dra­co­niana im­pondo Lock­downs e multas pe­sadas sob o co­mércio, ainda assim o go­verno fe­deral tra­ba­lhou para que me­didas fis­cais e mesmo cam­pa­nhas para a adoção de tra­ta­mentos para a do­ença, fossem apli­cadas para todo o país. O re­sul­tado foi que mi­lhões de vidas foram salvas, tanto da do­ença quanto de com­pli­ca­ções vindas das pró­prias po­lí­ticas de iso­la­mento. O choque econô­mico é uma re­a­li­dade, porém, o go­verno Bol­so­naro não deixou a po­pu­lação de­sam­pa­rada, tra­ba­lhando di­a­ri­a­mente para que a ge­ração de ne­gó­cios e em­pregos seja re­to­mada o mais bre­ve­mente pos­sível.

Fontes : Jornal Vera CruzFRONTLINER

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